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Até o fim do ano devem ser criadas 164 mil vagas temporárias no Brasil

22/10/2014

seg, 20/10/14 por Ana Maria Ramalho | categoria Sua Carreira

Com o fim do ano chegando, muita gente está de olho em uma oportunidade para conquistar uma vaga no mercado de trabalho. Uma das portas de entrada é o trabalho temporário. Com o aumento da produção nas fábricas e das vendas de fim de ano nas lojas, muitas empresas precisam contratar mais funcionários nesse período. O trabalho temporário é a oportunidade de ter uma renda extra até o Natal e também a chance de ser escolhido e efetivado na função.

Nos supermercados, a montagem de cestas de Natal já começou. A Silvânia foi contratada para fazer esse trabalho no Natal do ano passado e acabou sendo efetivada. “Meu objetivo na verdade era ficar na empresa. Como eu supri o que a empresa precisava, eu fui escolhida”, conta Silvânia Rodrigues, auxiliar administrativa da Casa Santa Luzia. “Nossa loja tem uma retenção até que grande. Normalmente 20% dessa força de trabalho temporária acaba ficando conosco, sendo aproveitada geralmente, lógico, de acordo com o seu desempenho”, diz a gerente de marketing da Casa Santa Luzia Fernanda Oruê.

Até o fim do ano, em todo o Brasil, devem surgir 164 mil vagas temporárias. O comércio é quem mais contrata: 70% do total. O restante vai para a indústria. Nessa época do ano os fornos funcionam 24 horas por dia sem parar. A cada hora saem quase 6 mil panetones. Para dar conta de todo esse trabalho uma fábrica contratou 700 funcionários temporários, que representam mais da metade de todos os trabalhadores da produção.

“Nós temos uma grande parcela de pessoas que vêm de fora de São Paulo, da Paraíba, de alagoas, pessoas que já estão habituadas trabalhar conosco esse período. Eles trabalham durante 6 meses aproximadamente e retornam para as suas cidades. Então eles estão habituados conosco, sabem o trabalho. Fica mais fácil de convocar eles e readmitir”, explica Reinaldo Bertagnon, executivo comercial da Village.

O Edson não pode desviar a atenção por nenhum minuto! Há 11 anos ele trabalha como forneiro, sempre no final do ano. Depois, volta para casa em Palmeira dos Índios, Alagoas. “A gente investe em um pedacinho de terra, que compra, guarda um pedaço para ir se mantendo até quando vem trabalhar aqui de novo”, conta o forneiro da Village Edson da Silva. No final do contrato, 5% desses trabalhadores temporários serão efetivados. Foi o que aconteceu com Josivanio, que deixou Alagoas e veio morar em São Paulo. “Eu fiquei 12 anos temporário, trabalhando e voltando. Há 4 anos eu tento ficar efetivo e graças a Deus nesse ano consegui”, diz Josivânio Teixeira, que agora é auxiliar de produção da Village.

Veja em quais situações o trabalho temporário é indicado e em que momento profissional não é aconselhável assumir esse compromisso. Confira:

O trabalho temporário é indicado para quem está começando no mercado de trabalho, porque há mais tolerância com quem não tem experiência.

Também é uma opção para aqueles que estão em um momento de transição e a busca por uma nova colocação está mais lenta que o desejado.

É uma opção para quem está há muito tempo sem trabalhar e quer voltar ao mercado. Por exemplo, mulheres que deixaram o emprego para cuidar do filho recém-nascido.

O trabalho temporário não é indicado para quem ficou desempregado há pouco tempo e está na fase inicial da procura por uma nova oportunidade.

Também não é indicado quando o profissional encara o compromisso como um fardo e não uma oportunidade temporária.

O trabalho temporário também não é recomendado para quem quer continuar buscando uma oportunidade mais adequada, mesmo durante o contrato temporário.

 

Para assistir a reportagem completa, clique:

http://g1.globo.com/globo-news/conta-corrente/platb/2014/10/20/ate-o-fim-do-ano-devem-ser-criadas-164-mil-vagas-temporarias-no-brasil/

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