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18/09/2018 | Serviços caem e puxam o PIB para baixo - O Estado de S.Paulo

Editorial

O trimestre maio/julho terminou mal para o setor de serviços, que depois de cair 3,4% em maio e subir 4,8% em junho, nos dois casos sob a influência da greve dos transportadores, recuou 2,2% em julho. Foi o pior resultado para o mês desde o início dos levantamentos sobre o segmento, em 2014. Em julho, quatro das cinco atividades avaliadas na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostraram recuo, que alcançou 102 de um total de 166 tipos de serviços analisados.

O setor caiu 1% em relação a abril de 2018, ou seja, registrou atividade inferior à do período anterior à greve dos transportes e cedeu 12,9% em relação ao ponto mais elevado dos últimos anos.

Os resultados da PMS são mais fracos que os do comércio varejista, que caiu 0,5% entre junho e julho. Ainda pior, podem comprometer a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, estimada até agora pelos técnicos do IBGE em 1,7%.

A queda do setor foi muito influenciada pela diminuição de 4% dos serviços de transportes. O pior número foi o recuo de 28,6% dos serviços de transporte aéreo, após a alta dos preços das passagens em mês de férias escolares.

No geral, a comparação é negativa não apenas entre junho e julho, mas também entre julho de 2017 e julho de 2018 (-0,3%), entre os primeiros sete meses deste ano e do ano passado (-0,8%) e nos últimos 12 meses, até julho, comparados aos 12 meses anteriores (-1%). A base de comparação de julho se tornou tão baixa que já se admite alguma recuperação nos próximos meses, mas isso dependerá da evolução da atividade.

Em Estados mais desenvolvidos da Região Sudeste, como São Paulo e Minas Gerais, o comportamento dos serviços chegou a ser favorável na comparação entre julho de 2017 e julho de 2018. Houve alta de 1,2% em São Paulo e de 2,7% em Minas, mas a elevação foi apenas nominal, dada a inflação no período.

Economistas já admitem que este poderá ser o quarto ano seguido de queda, depois dos recuos de 3,6% em 2015, de 5% em 2016 e de 2,8% em 2017. As empresas são as principais responsáveis pela redução da atividade de serviços neste ano. Nem as eleições, que no passado eram indutoras de aumento de gastos com serviços, despertam otimismo no setor.

 

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