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02/05/2017 | O país de cara nova - Vander Morales

O Brasil acaba de recuperar algumas décadas de atraso pela via da legislação trabalhista, que acaba de ganhar ampla reforma com a decisão da Câmara de aprovar substitutivo do deputado Rogério Marinho, que passa a tramitar no Senado e, ainda, pela via da regulamentação da Terceirização, projeto de lei aprovado pelas duas casas congressuais e já sancionado pelo presidente da República. 

O fato é que o caminho da modernização da economia brasileira está desimpedido, apesar da tentativa de uns poucos  dinossauros que ainda teimam em puxar o Brasil para os tempos da Idade Média, na verdade uma maneira de manter benesses e privilégios.

O momento do Brasil não podia ser tão alvissareiro. O país rompe barreiras, avança celeremente e quebra dogmas fincados na década de 40 por meio de uma CLT que tutela as relações capital/trabalho. Enquanto o mundo civilizado abriu fronteiras, o  Brasil ficou confinado nas veredas do passado, só agora alargando caminhos em direção a um mercado de trabalho mais justo, saudável e equilibrado. Depois de décadas andando como tartaruga e vivenciando a maior recessão econômica de sua história, o País escancara as portas para que os trabalhadores possam sair da enorme fila do desemprego, começar a produzir com mais eficiência e garantir o sustento de suas famílias com dignidade.

Um dos dogmas que emerge na esteira das reformas é o da defesa dos trabalhadores. Pois, desde o início dessa intensa batalha, só as entidades patronais se mostraram dispostas a assegurar os direitos trabalhistas conforme os ditames da Constituição. E isso tem fundamento: ninguém mais do que o empresário sabe o valor do trabalhador para o seu negócio – portanto, cumpre valorizar e garantir seu bem-estar.

De outro lado, a maior parcela das entidades laborais esteve todo o tempo a defender seus próprios privilégios, muitos dos quais adquiridos ao longo do ciclo de 13 anos dos governos petistas. Com raras e honrosas exceções, esses sindicatos e suas centrais elegeram como foco a manipulação de slogans e refrãos, deturpando fatos para tentar impingir a públicos diferentes a falsa imagem de “defensores dos trabalhadores”. 

Em nenhum momento se ouviu dessas lideranças sindicais uma defesa sequer dos trabalhadores, um ideário voltado para aliviar o sofrimento dos mais de 14 milhões de desempregados, dos 13 milhões de funcionários terceirizados e, principalmente, daqueles outros milhões que se encontram na humilhante situação da informalidade.

A estratégia daquelas entidades de interesse oportunista sempre foi o ataque à terceirização, às reformas trabalhista e previdenciária e a todas as abordagens com foco no real bem-estar da população. Trataram sempre de usar pura retórica político-partidária. Hoje, comprova-se que o povo brasileiro não se deixa mais levar por esse tipo de artimanha, como mostrou a greve geral de 28 de abril, quando baderneiros conseguiram ferir o direito de vir e vir dos cidadãos. O que se viu foi uma coleção de piquetes e bloqueios de ruas e estradas com a manifesta intenção de evitar que trabalhadores se dirigissem aos seus locais de trabalho.  

A economia moderna exige que o capital e o trabalho caminhem juntos na direção de uma nova era. Os países mais avançados já fazem uso farto de novas modelagens com muito sucesso. Portanto, este é o momento de maturidade, de qualificação de trabalhadores, de oportunidade para dotar o mercado de trabalho com novas ferramentas. 

Não é compreensível a atitude de entidades laborais (com raras exceções), que em nenhum momento se propuseram a discutir as reformas de forma positiva para o bem de suas categorias. 

As reformas por que passa o Brasil representam forte inclusão – social e trabalhista. Esse processo se constrói com diálogo, inteligência, estudo aprofundado dos problemas e busca de soluções.

Não são barricadas, violência e pneus queimados que descortinarão horizontes mais largos para o mercado de trabalho.        
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