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30/05/2017 | Não há plano B para o governo, diz Temer a empresários - Folha de S.Paulo

O presidente Michel Temer afirmou a empresários que não há plano B para seu governo e que seria "muito cômodo que assumisse o governo e deixasse ao meu sucessor que levasse as reformas".

 

Na abertura do Fórum de Investimentos Brasil 2017, na manhã desta terça (30) em São Paulo, o presidente tentou reforçar que o governo continua comprometido com as reformas propostas, como a trabalhista e a previdenciária, mesmo em meio à crise política que se instaurou desde que foi divulgada sua conversa com Joesley Batista, da JBS.

 

"O senhores encontram aqui uma economia que se recupera e se moderniza. Encontram um governo determinado a completar reformas que estão abrindo oportunidades a todos", disse.

 

A fala de Temer foi precedida dos discursos dos presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB). Ambos fizeram questão de ressaltar o compromisso com as reformas propostas pelo presidente.

 

Apoiado nesses discursos, Temer disse que a trajetória de reformas traçada no início do seu governo não será interrompida, sinalizando que tem o apoio dos líderes do Congresso.

 

"Seguiremos firme em nome da agenda de reformas que não podemos abandonar", afirmou.

 

Temer também tentou colher frutos de sinais que ele apontou como a recuperação da economia brasileira, com a queda da inflação e dos juros, e também a geração de empregos com carteira assinada em abril.

 

Desde o início da crise, economistas vem apontando que a economia pode voltar a desacelerar e que a Selic (taxa básica de juros), hoje em 11,25% ao ano, tende a cair de forma mais lenta.

 

BRASIL NÃO PRECISA DE NOVAS MUDANÇAS NA PRESIDÊNCIA, DIZ MAIA

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o papel da Câmara é garantir a estabilidade do país e que espera que a manutenção do presidente Michel Temer no posto.

 

Temer está sob pressão desde que foi revelada a gravação feita por Joesley Batista, da JBS, com o presidente, em uma conversa fora da agenda, no Palácio do Jaburu. O áudio faz parte do acordo de delação premiado dos executivos da companhia, maior processadora mundial de proteína animal.

 

O STF (Supremo Tribunal Federal) abriu inquérito para investigar as acusações contra Temer. Desde então, já foram protocolados 14 pedidos de impeachment contra o presidente. Cabe a Maia decidir acatá-los.

 

"Eu acho que o Brasil não precisa de novas mudanças na presidência da República. Com o presidente, se garante uma estabilidade muito maior", disse Maia.

 

Questionado sobre o julgamento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), marcado para a próxima semana e que pode cassar o mandato de Temer, disse não falar por outros poderes.

 

"Agora, as decisões que outros poderes vão tomar, eu não falo pelos outros poderes. Falo pela Câmara."

 

AGENDA DO MERCADO

 

Antes, a investidores, Maia disse que a Câmara está comprometida, assim como o presidente Michel Temer, com a agenda de reformas "do mercado" e afirmou que o papel do Estado é de regulador.

 

"O Brasil, desde junho do ano passado, passou a construir, de forma conjunta, uma agenda diferente da agenda que foi liderada nos anos anteriores", disse, sem citar a ex-presidente Dilma Rousseff.

 

Ele defendeu que o Congresso voltará a discutir a reforma da Previdência nas próximas semanas e se disse orgulhos das alterações propostas pelos deputados à reforma trabalhista, que agora está no Senado.

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