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02/05/2017 | 60% da população veem patrões favorecidos por reforma trabalhista, diz Datafolha - O Globo

Para 60% dos brasileiros, os empresários saem mais beneficiados com as novas leis trabalhistas do que os trabalhadores, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira pelo jornal “Folha de S.Paulo”. Ao menos 63% dos entrevistados afirmaram que a terceirização seria responsável pelo novo cenário, enquanto 64% dizem isso da reforma como um todo.

Sancionada pelo presidente Michel Temer em 31 de março, a lei da terceirização permite que uma empresa contrate outra para a realização de suas atividades-fim. Segundo o instituto, 34% dos entrevistados acreditam que haverá maior oferta de empregos, enquanto 31% não creem em mudanças. Para 44% os salários não devem sofrer modificações. No entanto, 35% (e 27% dos empresários ouvidos) acreditam que a remuneração será reduzida com as reformas.

Por meio de redes sociais, o presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira, feriado do Dia do Trabalho, que a reforma trabalhista deve permitir criação de mais empregos e assegurar os direitos dos trabalhadores.

A proposta também prevê o fim da contribuição sindical obrigatória, fator que dividiu a opinão dos entrevistados pelo Datafolha. Pelo menos 44% foram favoráveis ao fim do imposto, enquanto 46% defenderam sua manutenção.

 

O levantamento foi realizado na última semana, antes da greve geral no dia 28, e ouviu 2.781 pessoas em 172 municípios. Sua margem de erro é de dois pontos percentuais.

O projeto de lei que modifica as relações de trabalho foi aprovado no plenário da Câmara na última semana. O texto será encaminhado ao Senado Federal, exigindo ao menos 308 votos favoráveis para ser aprovado. Líder do governo no Senado e presidente nacional do PMDB, Romero Jucá (RR), afirmou que o intuito do governo é aprovar as reformas trabalhista e previdenciária antes do recesso parlamentar em julho.

Na última sexta-feira, uma greve geral foi convocada por centrais sindicais em todo o país. Os protestos foram marcados por críticas às reformas trabalhistas. Houve paralisação dos transportes públicos, manifestações e bloqueios em importantes vias de diversas cidades. Para o Palácio do Planalto, no entanto, a greve não terá impacto na votação das reformas.

 

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