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02/05/2017 | Cinco milhões de carteiras de trabalho estão à espera dos seus donos - O Globo

Mais de cinco milhões de carteiras de trabalho estão à espera de seus donos nas unidades do Ministério do Trabalho e órgãos conveniados pelo país. Embora tenham sido emitidas a pedido dos trabalhadores, a demora para buscá-las pode resultar em problemas, alertou o coordenador de Identificação e Registro Profissional da pasta, Sérgio Barreto. Ele explicou que os profissionais nessa situação têm uma pendência no sistema e, por isso, não conseguirão um novo documento caso solicitem. Isso porque as carteiras são eletrônicas, e o número de série e os dados de identificação do trabalhador estão cadastrados no banco de dados do governo federal, que é integrado com estados e prefeituras.

As carteiras começaram a ser abandonadas em 2007, quando o ministério iniciou a implementação da carteira eletrônica. Até então, a emissão era manual, sobre a qual o governo tinha pouco controle. O problema era que o novo documento eletrônico demorava até 15 dias para ser entregue. Assim, era comum que o interessado procurasse outra unidade de atendimento que ainda fizesse emissão manual do documento, entregue na hora. Com a carteira na mão, o trabalhador esquecia do primeiro pedido, referente à versão eletrônica.

GASTO DE R$ 13,7 MILHÕES COM DOCUMENTOS

Em fevereiro, eram 5.100.844 carteiras esquecidas. O estado recordista é o Rio Grande do Sul, com 776.824, seguido por Paraná (660.894), Minas Gerais (625.208) e Rio (381.190). Embora seja campeão de emissões de carteira de trabalho do país, São Paulo não aparece na estatística porque ainda está implementando o novo sistema.

O governo gastou R$ 13,7 milhões para emitir as cinco milhões de carteiras (o custo unitário é de R$ 2,71). Guardá-las também exige um custo. Os documentos estão estocados em armários de superintendências, delegacias regionais, agências do ministério, postos do Sine e órgãos estaduais e municipais conveniados. A incineração não é recomendada, porque os interessados podem precisar delas, disse Barreto.

O Ministério do Trabalho faz um apelo para que os trabalhadores busquem as carteiras eletrônicas abandonadas. Se o pedido foi feito em outro estado, o trabalhador pode comparecer ao posto de atendimento mais próximo e abrir um protocolo. O ministério envia o documento sem ônus para a unidade indicada. Os atendentes estão orientados a pedir a carteira velha para entregar a nova. Em caso de extravio, é preciso apresentar boletim de ocorrência. Quem estiver desempregado também deve se antecipar e buscar o documento, disse Barreto:

— Estamos vivendo uma situação de desemprego elevado. Mas quando a economia reagir, as oportunidades vão aparecer, e o trabalhador pode ter pouco tempo para obter a carteira para que o patrão possa assiná-la — ressaltou.

 

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