• SINDEPRESTEM e FENASERHTT recebem amigos e parceiros em Almoço de Confraternização
  • FENASERHTT E SINDEPRESTEM comemoram mudança na cobrança de PIS e COFINS no Trabalho Temporário
  • Contratação de empresa de Trabalho Temporário gera crédito de PIS E COFINS - Posicionamento Receita Federal
  • REFORMA TRABALHISTA – LEI N. 13.467/17 - Com a Reforma Trabalhista em vigor, atenção para estas orientações
  • Jornal Fenaserhtt
  • Sindeprestem patrocina 37º FÓRUM GERH
  • BRASIL RETOMA POTENCIAL DE INVESTIMENTO COM NOVAS LEIS TRABALHISTAS
  • SETOR DE SERVIÇOS ALERTA CASA CIVIL E MINISTÉRIO DO TRABALHO  PARA INTERFERÊNCIAS NA REFORMA TRABALHISTA
  • FENASERHTT diz ser contra MP da Reforma Trabalhista em Audiência com Ministro Ronaldo Nogueira
  • comunicado_vander
  • fórum cebrasse
  • Wec50anos
  • DECISÃO FAVORÁVEL : FENASERHTT CONSEGUE EXCLUSÃO DO ISS DA BASE DE CÁLCULO DE PIS/COFINS
  • 2910x450 Banner Bombeiro Civil Cartilha Sindeprestem
  • Sindeprestem Institucional
  • Benefício Social Familiar
  • 26anos Novo

01/05/2017 | Empresas fatiam serviços para vendê-los a preço menor e atrair clientes - Folha de S.Paulo

Em vez de cobrar um plano mensal ou uma diária, pequenas e médias empresas do setor de serviços vêm adotando o modelo "sob demanda". São oferecidas apenas algumas atividades ou infraestrutura, sem que o cliente tenha de arcar com um custo fixo.

 

A ideia é manter o empreendimento menos ocioso e atrair clientes que, de outra forma, não consumiriam o produto oferecido, explica Pedro Zanni, professor de estratégia empresarial da FGV (Fundação Getulio Vargas).

"Trazer 30% a mais de público para uma academia, por exemplo, permite diluir o custo fixo da operação sem prejudicar a experiência do consumidor que já paga pelo plano mensal ou anual fechado", diz Zanni.

 

A estratégia é alternativa para enfrentar a crise, segundo o consultor do Sebrae-SP Márcio Bertolini. Para 59% das empresas, será preciso rever fórmulas de estimular as vendas neste ano, de acordo com pesquisa da instituição feita com 6.600 organizações de menor porte entre outubro e novembro de 2016.

 

O modelo garante uma receita extra para o spa Viktoria Garten, em Itapecerica da Serra (Grande SP), que oferece diária mais curta (de 8h às 17h) por R$ 165. O pacote inclui quarto, café da manhã, almoço e acesso à piscina.

 

 

"Os pacotes de fim de semana, a preço cheio [R$ 375] garantem a receita para financiar o negócio. As visitas de um dia são o complemento", afirma o turismólogo Antônio de Pádua, 55, proprietário do spa.

 

Nos últimos dois anos, o número dos que buscam o "day pass" (passe de um dia) cresceu 60%, segundo cálculos de Pádua. "Sem a venda avulsa, teríamos sofrido grave queda de receita em 2016."

 

A empresa faturou cerca de R$ 400 mil no ano passado, valor que se manteve estável em relação a 2015.

 

"A vantagem do 'day pass' é que o público não usa só a estrutura, mas compra uma massagem, volta mais vezes ou faz indicações, que já respondem por mais da metade da nossa base de clientes", afirma Pádua.

 

Há quem já baseie o modelo de negócios na venda unitária de seus serviços, como a academia Spin n Soul. O foco são as aulas de "spinning", na bicicleta. Cerca de 40% da receita vem da comercialização de visitas únicas, a R$ 45. Também são oferecidos pacotes com descontos, de 5 a 30 aulas.

 

O sócio Daniel Nasser, 34, conta que, ao pesquisar o mercado, sentiu resistência do público aos tradicionais planos de longo prazo.

 

"Um serviço 'a granel' permite que nos especializemos em uma única modalidade, e isso nos diferencia das academias tradicionais, em que o cliente paga por atividades que não pratica", afirma.

 

A empresa, aberta em 2014, já fatura R$ 2 milhões ao ano e cresce 5% ao mês.

 

ROTATIVIDADE

 

Um dos desafios é vencer as flutuações de demanda, uma vez que a rotatividade dos clientes é muito alta, explica Zanni, da FGV. No caso da Spin n Soul, são mais de 24 mil pessoas cadastradas.

 

Mas é possível ganhar pelo volume de clientes.

 

O estúdio de pilates da fisioterapeuta Mary Morishita, 29, viu um crescimento de 50% no movimento desde que implantou o sistema de visita única, a R$ 29,90, por meio de um serviço que reúne outras empresas do tipo.

 

"O modelo vale para quem não investe em marketing e depende do boca a boca. É o nosso caso, e valeu a pena. Foi preciso achar um espaço maior para dar conta da demanda", diz Morishita.

 

Se a ideia é depender menos do marketing e mais da indicação, o esforço para causar uma boa impressão ao freguês deve ser ainda mais intenso, afirma o consultor Márcio Bertolini, do Sebrae. "Ou se deixa uma imagem favorável ou o cliente, além de não voltar, avisa a seus conhecidos nas redes sociais que o serviço é ruim." 

Coffee News

Home Logo01
Home Logo02
Home Logo03
Home Logo04
Catho
Up Plan Logo 02