• LANÇAMENTO DO LIVRO “TERCEIRIZAÇÃO, UMA ABORDAGEM ESTRATÉGICA” REÚNE CONVIDADOS EM NOITE DE AUTÓGRAFOS
  • SETOR DE SERVIÇOS ALERTA CASA CIVIL E MINISTÉRIO DO TRABALHO  PARA INTERFERÊNCIAS NA REFORMA TRABALHISTA
  • HIGIEXPO 2017
  • Download Cartilha sobre Lei 13.429/2017
  • Banner Homenagem Relator
  • FENASERHTT diz ser contra MP da Reforma Trabalhista em Audiência com Ministro Ronaldo Nogueira
  • Site Fenaserhtt de cara nova
  • LEI13467
  • comunicado_vander
  • Palestra Explicativa sobre a Medida Provisória nº 783/2017
  • fórum cebrasse
  • Vander Morales representa Brasil em palestra no Uruguai
  • Wec50anos
  • DECISÃO FAVORÁVEL : FENASERHTT CONSEGUE EXCLUSÃO DO ISS DA BASE DE CÁLCULO DE PIS/COFINS
  • 2910x450 Banner Bombeiro Civil Cartilha Sindeprestem
  • Pl 4302 1998 Agora E Lei 13429 2017
  • Sindeprestem Institucional
  • Benefício Social Familiar
  • Conferência Internacional do Setor de Serviços Brasil-Portugal
  • 26anos Novo

03/09/2017 | Pequena empresa responde por 70% dos empregos – O Estado de S.Paulo

EDITORIAL 

A contribuição que as micro e pequenas empresas dão para o País enfrentar seu maior problema social, que é o desemprego, pode ser agora medida com mais precisão. Dos 72 milhões de brasileiros que trabalham para o setor privado, 70% (50,7 milhões) são pessoas que sobrevivem com rendimentos obtidos por empreendimentos de menor porte, segundo levantamento inédito do Sebrae, com base em dados e pesquisas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, entre outros.

 

A maioria dessas empresas (26 milhões) é formada por aqueles que se estabelecem por conta própria e que não são computados como desempregados nas estatísticas. Às vezes, dependendo da evolução do negócio, essas empresas contratam outros trabalhadores, com ou sem carteira assinada. Há ainda 24,7 milhões de trabalhadores informais, à espera de colocação, e que vivem de pequenos bicos. Esse enorme conjunto de trabalhadores responde por 26% do Produto Interno Bruto (PIB) e gera 54% da massa salarial.

 

Números do Boa Vista SCPC já mostravam que o empreendedorismo no País tem sido impulsionado principalmente pelas Microempresas Individuais (MEIs). Constata-se que estas são as empresas que mais contratam e as que mais demoram a demitir em períodos de dificuldade. O cenário do mercado de trabalho seria pior sem elas. Enquanto o número de desempregados passou de 7 milhões no primeiro trimestre de 2014 para 14,2 milhões no mesmo período de 2017, o número de MEIs cresceu 1,6 milhão.

 

Os efeitos do desemprego, desse modo, têm sido mitigados pelos pequenos empreendedores, que assim exercem uma função de “colchão social”, no dizer do presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, já que uma parte desse segmento tende a abrigar outros trabalhadores na própria empresa ou utilizá-los para prestação de serviços.

Além disso, surgem cada vez mais pequenas startups, criadas por profissionais criativos, que já têm a seu favor avanços tecnológicos significativos, formando clusters em vários pontos do País. Esta talvez seja a maior esperança do País para vencer o atraso e a burocratização e se credenciar como um polo gerador de inovação.

 

Coffee News

Home Logo01
Home Logo02
Home Logo03
Home Logo04
Catho
Up Plan Logo 02