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26/08/2017 | Meirelles: Reforma trabalhista pode criar 6 milhões de vagas em 5 anos – Valor Econômico

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou neste sábado que a reforma trabalhista e a terceirização têm capacidade de gerar 6 milhões de empregos, diretos e indiretos, em um período de três a cinco anos.

Ele lembrou que o desemprego no Brasil atinge atualmente quase 14 milhões de pessoas e garantiu que as mudanças implantadas pelo governo na relação entre empresas e trabalhadores ajudarão na queda desse número. 

“Uma parte disso (recuo do desemprego) vai acontecer pela própria capacidade ociosa das empresas e uma boa parte em função da maior capacidade da geração de empregos da economia, da produtividade (por causa da reforma e da terceirização)”, disse em entrevista coletiva após participar do 8º Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais da B3, em Campos do Jordão (SP). Ele citou as mudanças trabalhistas implantadas pela Alemanha como parâmetros para o cálculo.

 

Reforma da Previdência 

 

Em palestra no evento, Meirelles assegurou aos analistas e executivos que o governo obedecerá ao teto de gastos públicos, apesar das críticas de que o limite não será cumprido em 2019, 2020 e 2021. “Tem todo um processo de ajuste [automático] do teto”, disse ele. Esse gatilho impede que existam reajustes e subsídios a partir de um determinado patamar de gastos. De acordo com o ministro, porém, para que o teto seja respeitado é fundamental que haja a reforma da Previdência e que os parlamentares expliquem para os eleitores a importância das mudanças para a manutenção do emprego, por exemplo. "Dizemos aos parlamentares que é de interesse do país, deles e dos seus eleitores que a reforma da Previdência seja aprovada", afirmou. "Digo ao parlamentar para explicar que o eleitor pode ganhar emprego de novo, com a reforma." Ele considera que hoje existem chances reais de aprovação da reforma previdenciária, apesar da divisão do PSDB a respeito das mudanças nas regras de aposentadoria. "O PSDB está dividido, mas a possibilidade de aprovação é real", resumiu.

Meirelles também voltou a defender a aprovação da reforma da previdência como ela saiu da comissão especial da Câmara dos Deputados. “O nível em que está (o projeto da reforma da) previdência é bastante razoável.” O ministro classificou a situação da seguridade como "periclitante" e argumentou que, se não houver reforma, a Previdência chegará a "ocupar, na prática, 80% do Orçamento" da União.

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