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17/08/2017 | Volume de serviços cresce 1,3% e sinaliza recuperação do setor antes do previsto - Valor Econômico

O volume de serviços prestados no país cresceu 1,3% em junho, na comparação a maio, completando três meses consecutivos de taxas positivas, pela série com ajuste sazonal. O resultado, divulgado ontem na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), mostra que o setor pode estar se estabilizado antes do esperado pelo mercado.

"Das atividades de comércio, indústria e serviços, os serviços são, em geral, os que mais demoram para entrar na crise e também para sair dela. Mas os sinais são de que o setor caminha para uma recuperação antes do que estávamos esperando, que era em 2018", disse Daniel Silva, economista do Modal Asset.

O crescimento em junho foi o maior para o mês desde 2012, início da série da pesquisa do IBGE, puxado pelo crescimento do segmento de transportes, seus auxiliares e correio, com avanço de 1%. Esse resultado é influenciado pelo transporte terrestre da safra agrícola recorde.

Também se destacaram os serviços prestados às famílias. Embora tenha peso pequeno na pesquisa, o segmento cresceu 1% de maio para junho. Especialistas acreditam que esse avanço seria resultado da queda da inflação, aumento da renda real e mesmo alguma melhora nas estatísticas de emprego no país.

Com o resultado, o volume de serviços prestados cresceu 0,3% no segundo trimestre deste ano, em relação aos três primeiros meses do ano. O pequeno avanço bastou para interromper a sequência de nove trimestres consecutivos de resultados negativos. Frente ao segundo trimestre de 2016, porém, houve queda de 3,6%.

Segundo Mauricio Nakahodo, economista do Banco de Tokyo, o resultado do setor de serviços no segundo trimestre, frente aos três meses imediatamente anteriores, foi "forte e generalizado". Nakahodo avalia que o setor deve continuar em gradual recuperação no segundo semestre deste ano.

"Essa recuperação gradual do setor de serviços continuará no segundo semestre, beneficiada não apenas pela inflação moderada, como tem sido, mas também pelo crescimento da população empregada e pela redução gradual das taxas de juros", afirma o economista.

Nem todos, contudo, estão otimistas. O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) sugeriu cautela com a reação do setor nos últimos meses. Segundo o instituto, os resultados sugerem que a reação tem origem em fatores que podem não se repetir, como a desinflação e a boa safra.

Apesar de considerar que o "pior já passou", Roberto Saldanha, analista da coordenação de serviços e comércio do IBGE, também considera prematuro falar em recuperação. Ele lembra que, enquanto os serviços caem 3,6% no trimestre, em base anual, comércio e indústria avançaram 0,8% e 0,9%, respectivamente. 

"Enquanto tivermos taxas negativas na comparação anual, não poderemos ainda falar em recuperação dos serviços. Para que haja essa recuperação, precisamos ainda que os maiores demandantes de serviços se recuperem: as indústrias e as três esferas de governos", diz Saldanha.

Assim como os serviços, o volume de vendas do varejo restrito - que exclui automóveis e materiais de construção - registrou três meses consecutivos de taxas positivas. Para Rodrigo Melo, economista-chefe do Icatu Vanguarda, isso mostra que o consumo das famílias, e não os investimentos, será responsável pela retomada do economia.

"As pessoas imaginavam que os investimentos poderiam levar a essa retomada da economia, com concessões na área de infraestrutura. Mas parece que consumo é quem vai ditar essa retomada. Pode não ser uma melhora pujante, mas vai contribuir positivamente para o PIB", afirma Melo.

 

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