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17/08/2017 | Retomada nos serviços – O Estado de S.Paulo

Depois de nove trimestres seguidos de resultados negativos, o volume de serviços prestados no segundo trimestre deste ano cresceu 0,3% em comparação com o dos três meses anteriores. É a consequência do aumento contínuo observado em abril (de 1,1% em relação ao mês anterior), maio (de 0,5%) e junho (de 1,3%), segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Essa sequência de resultados mensais positivos, bem como o bom resultado do segundo trimestre, sugerem uma recuperação firme das atividades do setor de serviços, que refletem o desempenho de outros setores da economia, como a agropecuária e a indústria. Mas analistas do setor privado e técnicos do IBGE avaliam esses dados com cautela.

 

Os resultados apontam para reação ainda restrita a alguns segmentos, como aqueles diretamente beneficiados pela safra agrícola excepcionalmente boa e os dependentes da renda da população. Assim, o aumento observado no segundo trimestre se deveu aos avanços nos serviços profissionais, administrativos e complementares (1,4%) e nos transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (0,7%). Em outros, houve recuo.

 

Além disso, na comparação com os resultados do ano passado, o desempenho continua negativo. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, por exemplo, o volume registrado de abril a junho deste ano foi 3,6% menor. Se há um aspecto positivo nesse número é o fato de ele representar a queda menos acentuada desde o terceiro trimestre de 2015.

 

Por causa dessas limitações, o analista do IBGE Roberto Saldanha não vê nos números mais recentes uma indicação firme de que o setor está iniciando uma trajetória de recuperação. A comparação entre os resultados de 2016 e de 2017 continua negativa por praticamente todos os indicadores; da mesma forma, os dados acumulados de 12 meses continuam a registrar encolhimento dos serviços.

 

É possível, porém, que o pior já tenha passado, embora Saldanha insista que não há evidências para apostar na recuperação. De fato, a retomada firme está condicionada à ampliação dos sinais positivos que se observam na atividade industrial, no setor agrícola e no comércio. A demanda de serviços pelo setor público, de grande peso nos resultados totais, continua limitada pela grave crise fiscal.

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