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15/08/2017 | Comércio ainda está no vermelho no primeiro semestre de 2017, mas registra terceira alta mensal seguida - O Globo

RIO - O comércio brasileiro ainda está no vermelho no primeiro semestre de 2017 — é o quinto semestre seguido com taxas negativas —, mas os números do mês e do trimestre mostram algum respiro, segundo os dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do IBGE, divulgados nesta terça-feira. A queda no primeiro semestre do ano foi de 0,1%, a menor intensidade desde o primeiro semestre de 2015 (-2,1%), e o varejo conquistou em junho a terceira alta seguida, frente ao mês anterior, de 1,2%, além de um crescimento de 2,5% no segundo trimestre — frente ao recuo de 2,7% no primeiro trimestre e acabando com uma sequência de nove taxas negativas.

Entre janeiro e junho, apesar da variação negativa de 0,1%, dois segmentos mostraram alguma reação: móveis e eletrodomésticos (5,9%) e tecidos, vestuário e calçados (5,8%). Outros seis setores tiveram queda: combustíveis e lubrificantes (-3,5%), livros, jornais, revistas e papelaria (-3,6%), equipamento e material para escritório (-2,4%), artigos farmacêuticos (-0,9%) e hiper e supermercados (-0,6%). O desempenho no primeiro semestre foi bem melhor que no segundo semestre de 2016, quando tinha caído 5,6%.

O resultado ainda no terreno negativo destoa do desempenho da indústria, que fechou o primeiro semestre com alta de 0,5%, o melhor resultado desde 2013.

A alta de 1,2% das vendas do varejo na passagem entre maio e junho foi puxada pelos setores de móveis e eletrodomésticos, com expansão de 2,2%, e tecidos, vestuário e calçados, com 5,4%. Seis das oito atividades pesquisadas tiveram taxas positivas. Por outro lado, a influência negativa veio do setor de hipermercados e supermercados, que recuou 0,4%, após crescimento de 1,1% em maio.

O resultado veio muito acima das estimativas dos analistas consultados pela Reuters, de alta de 0,4% na comparação com maio e 1,90% na anual.

- Foi o crescimento mais consistente desde 2014, porque não se via desde então três meses seguidos de alta na margem - afirmou a coordenadora da pesquisa, Isabella Nunes. - A queda nos juros está beneficiando a venda de bens duráveis - acrescentou ela.

Na comparação com junho de 2016, o varejo avançou 3%, a terceira alta seguida e a mais intensa — foi de 2,6% em maio e 1,7% em abril. Já o resultado acumulado em doze meses ainda registra retração de 3%, embora em ritmo menor. Em outubro de 2016, estava em -6,8%.

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