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28/07/2017 | Mercado de trabalho se manteve estável em junho, dizem analistas - Valor Econômico

A lenta e vacilante recuperação econômica ainda não se traduz em melhoras consistentes no mercado de trabalho. Depois de cair 0,3 ponto percentual no trimestre encerrado em maio, a taxa de desemprego ficou estável no trimestre fechado em junho, de acordo com as estimativas de 24 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data.

A projeção média dos analistas aponta que a taxa de desemprego ficou em 13,3% no mês passado, mesmo número de maio e dois pontos acima de junho do ano passado. O intervalo das estimativas vai de 13,1% a 13,6%. O dado oficial da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, feita pelo IBGE, será divulgado hoje. Já a estimativa para a média de 2017 é de 13,2%.

"A economia ainda não está crescendo tanto, e há muitos fatores aumentando as incertezas. Esses fatores podem fazer com que a taxa de desemprego acabe não acompanhando a atividade ", diz Bruno Ottoni, economista do Ibre-FGV, que calcula que a taxa em junho foi de 13,3%.

Uma das fontes de incertezas, segundo ele, é a crise política, que pode afetar tanto o resultado de junho quanto as expectativas para o futuro. Outra fonte é a atual composição do mercado de trabalho. Parte significativa da queda do desemprego em maio, de acordo com Ottoni, pode ser creditada ao aumento de vagas informais.

A equipe econômica do Santander também calcula que a taxa de desemprego ficará em 13,3%, mas vê um quadro menos volátil do que o Ibre. "O mercado de trabalho local parece se estabilizar", dizem os economistas do banco em relatório. A instituição financeira afirma que o país está vivendo o "pico do desemprego", que deve começar "a cair na segunda metade do ano, ainda que a um ritmo lento".

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